E no fim do caminho entre os vales, entre os pinheiros mais primorosos de toda esta planície, um brio de forte acalento sinto em meu peito.
Poderás tu, minha vida ? Ou qualquer outro ser que me entusiasme o quanto devido ?
Entoa o belo cântico que tem a pureza do mar. De uma sereia.
Deixa-me atordoado de tal forma que só poderia querer estender este suave momento.
Doce momento. Doce lembrança. Não, ainda não.
Deixemos que os devaneios do destino decida. Enquanto isso, alegro-me te vendo, deste bosque a mais primorosa flor, meu amor.
